NÃO CONSIGO SACIAR-ME DE TI...
Cada dia dou conta que te amo mais e mais, quase um sufoco, esta ânsia de te dizer que te amo não sei? acho que a palavra é pequena para te transmitir tudo o que sinto por ti...
Não me peças que te olhe porque me apaixono perdidamente pelo o teu olhar, duas estrelas brilhantes, dois faróis a rasgar a noite, redondos, negros, grandes, sempre os sonhei e reinventei-os na minha escrita. A tua boca, o contorno dos lábios sequiosos quando te imagino e beijo, suaves, doces, a puxarem por emoções. e eu sou grato por cada sorriso teu que estimula os meus dias... sinto a tremura do corpo a tremura das mãos a tremura das pernas a tremura da respiração ofegante.
A tua silhueta em contraluz as costas nuas, o vestido provocante a brisa quente que te esvoaça os cabelos e me tocam a cara amo-te, amo-te... e a palavra repete-se em mim como as batidas do coração... é como se me abraçasses, um abraço redondo como se fosse um abraço em volta do teu corpo entrelaçando-o fecho os olhos e escuto o teu coração ritmado acerto o meu pelo teu e somos uma minha face nos teus cabelos soltos ao vento brisa quente que nos sufoca a respiração estremeço sinto o teu cheio o teu sabor íntimo na boca excito-me tu és...eu sei ainda não te disse baixinho ao ouvido hoje amo-te... meu amor do outro lado do mar.
o contacto dos lábios a pele, os cabelos, as tuas mãos, o teu riso, uma espécie de melodia aos meus ouvidos depois, depois o olhar estende-se em mim e eu, perco-me enamoro-me como um adolescente,
Tu és tudo em mim, mais que não consigo dizer por palavras...
É tão bom poder murmurar ao ouvido baixinho, para que ninguém escute, como tantas vezes o fiz, amo-te tanto Paula, minha querida.
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